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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Colossais - EP

Galera, é com grande felicidade que venho divulgar o EP da banda cearense Colossais.

Pra baixar, basta clicar aqui.

Lucas Braga, Robson Rodrigo, Bruno Braga e Claudemir dos Anjos
Para conhecer mais sobre os caras é só dar uma conferida no release:

Colossais é uma banda de Rock Nacional formada em outubro de 2011. O estilo musical do grupo consiste em Hard Rock, post-grunge e metal alternativo, com letras em português apresenta uma nova proposta ao cenário atual. A banda é constituída pelos membros fundadores Lucas Braga (vocais) e Bruno Braga (baixo), mais adiante com o baterista Claudemir dos Anjos e o guitarrista Robson Rodrigo.

Tudo começou com dois jovens querendo formar uma banda de Rock, Lucas e Bruno Braga são primos e desde sempre quiseram eles formar uma banda, após algumas tentativas frustradas conseguiram montar em 2010 uma banda chamada Mata Pato (uma expressão nordestina que se dar a “loucos”) com letras politicamente incorretas e uma pegada Punk Rock, logo conseguiram com que algumas pessoas curtissem suas canções. Com a permanência de Claudemir na bateria, a banda optou por uma mudança no som, mas sem mudar a proposta, letras com um apelo social, discutindo ideias, colocando em pauta pessoas e comportamentos, mudando seu nome para Colossais, mais posteriormente entra um novo integrante, Robson Rodrigo atual guitarrista.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O que dizer sobre o Ceará in Rock 2012?

Semana passada, enquanto arrumava as malas para partir rumo à região serrana de Baturité para curtir um carnaval bem diferente do que rola pelo resto do país, eu escrevi uma postagem exaltando a ocorrência inédita de um festival completamente destinado ao rock durante o período carnavalesco.

O Ceará in Rock 2012 tinha tudo para ser a maior edição da história do evento. Com um cast de bandas que incluía a metal ópera Soulspell ( em duas noites - uma como tributo ao avantasia e outra com seu material autoral), a brutal Torture Squad, o retorno de Renato Tribuzy, a empolgante Hail, além de trazer Zak Stevens para cantar os clássicos da Savatage, a maior banda de metal sinfônico dos Estados Unidos. Somando-se aos destaques nacionais e internacionais, teríamos nomes de valor da cena local, ou seja, o cast estava muito forte. Além das atrações era prometida uma ampla estrutura (camping, transporte, banheiros, alimentação e etc) que daria aos headbangers cearenses a possibilidade de transformar a Serra de Baturité na meca do rock cearense.

Enfim, no plano das ideias tudo era perfeito, mas a execução, essa sim a parte mais importante e que tem o condão de definir ou não qualidade do evento, ficou muito a desejar. Muito mesmo!

O local do evento era um campo de futebol de terra batida que ficava a 2 Km da região urbana de Mulungu, o que não faria a menor diferença se tivesse sido feita uma intervenção da produção para providenciar a estrutura necessária que traria o mínimo necessário de conforto para os consumidores do evento.

Um dos serviços oferecidos, o camping, era desprovido de qualquer estrutura que justificasse os 50 reais investidos para a sua fruição. Não havia segurança, a iluminação era precária e os "banheiros" não ofereciam a mínima condição de higiene (se para os homens o negócio era sofrido, imagina para as mulheres). As barracas disputavam espaço com os carros que ali estacionavam, além de ficarem a beira de uma estrada, representando um risco ainda maior. 

Quanto à parte de alimentação, um prédio mal conservado ficava responsável para abrigar a cozinha do festival e um pequeno fogão tinha que dar de conta de todos os pedidos, fazendo com que o atendimento, apesar do esforço e da atenção das atendentes, fosse precário.

A área de shows era bem ampla e tinha a possibilidade de abrigar um público bastante considerável, mas o palco era pequeno e apertado, ficando bem abaixo da estrutura que foi montada para a segunda edição do festival em 2009. Quanto ao som, podemos dizer que esse, na parte estrututal, foi o forte do evento. Como sempre, mantendo o padrão sonoro do festival Ceará in Rock, a qualidade estava muito boa e dava pra maior ouvir parte dos instrumentos com clareza.

Mas quanto aos shows, o que dizer?

No primeiro dia eu não fui, pois estava prestigiando o Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga. Mas pelo que pude ouvir, muitos conflitos ocorreram entre algumas bandas e a organização, fazendo com que algumas deixassem de tocar no evento. Sobre os shows que ocorreram, só tive a informação de que o show de Zak Stevens foi realmente muito bom, embora a platéia que prestigiou a apresentação fosse um número constrangedoramente pequeno.

No domingo, dia em que compareci, nós tivemos os seguintes shows:

Burning All Hate: a banda parecia visivelmente chateada com o público presente. Além do vocalista comentar isso durante a apresentação, eles tocaram uma música atrás da outra com pouca interação com a platéia. Eu sei que deve ser frustrante para uma banda tocar naquela situação precária, mas o músico tem que entender o lado do público, que está ali pra ver uma apresentação forte e envolvente. Ao menos podemos dizer que a banda manteve a palavra e tocou apesar de todos os problemas.

Knights: outra banda que eu não conhecia e que me agradou, especialmente pelo vocalista que se apresentou como se tivesse no Rock in Rio e se dedicou 100% para a apresentação, interagindo muito com o público e fazendo o clima do festival melhorar bastante. Enfim, estão de parabéns esses caras.

Final Profecy: tocando um autêntico power metal, a banda ajudou a manter o sangue quente da galera. Guitarras bem melódicas e vocal com muitas notas altas, a banda me fez sentir nos anos 90. O único porém ficou para os problemas de voz do vocal, que teve que superar uma amidalite para realizar todo o show. Ao fim da apresentação a voz do cara apresentava muito cançaso, mas eles conseguiram terminar.

Warbiff: apesar da presença do guitarrista da banda no local do show, a banda não se apresentou. Uma pena, pois o show deles é muito bom.

Krenak: eles tocaram? Fico na dúvida, mas acho que não.

Obskure: eles já tiveram melhores apresentações, como no Ceará in Rock 2008, mas a qualidade da banda ainda estava presente. Vale ressaltar que o grupo se prepara para o histórico Metal Open Air!

Comando Etílico: Não tocou!

Scud: A banda veio lá do Piauí e impressinou. Ressalta-se o profissionalismo da banda que contou com equipe própria no festival e próprio stand de venda, com vários produtos da banda. Na parte musical, uma mistura muito forte de várias espécies do gênero metal, fazendo da apresentação um dos momentos fortes da noite. O baterista da banda toca muito bem e com muito vigor, sendo muito divertido vê-lo ao vivo.

Tribuzy: cara, apesar de todos os bons nomes do festival, foi essa a banda que fui ver. Apesar de apenas um cd lançado, tenho muito apreço pelo trabalho do Renato, pois o Execution é uma peça forte e sólida de um heavy metal feito com muita excelência. Execution é sem sombra de dúvidas um dos trabalhos que mais escutei na década passada e queria muito ver ao vivo as suas canções. O show não ocorreu e nenhum esclarecimento foi feito na hora, como se o público não tivesse direito de saber o que ocorreu. Uma enorme questão ficou em aberto, mas isso eu vou falar daqui a pouco.

Torture Squad: Essa banda é foda! Os caras subiram ao palco e tocaram com muita força e empolgação. A banda confirmou a excelente fase que atravessa. Na linha de frente Vitor Rodrigues, Castor e Evaristo tocavam de maneira alucinada enquanto Amilcar Christófaro batia de forma intensa na sua batera. Apesar de todos na banda contribuírem para o espetáculo, não há como deixar de destacar a performace de Vitor Rodrigues, com seu vocal agressivo e viceral, dando toda a dimensão caótica necessária para o som do Torture. Além de uma voz infernal, Rodrigues dominava o público na palma da mão, dando uma aula de como ser um frontman numa banda. O pesar é que o show banda foi muito curto, especialmente em se tratadando da atração principal da noite, pois a banda foi forçada a executar um set list muito mais curto. Apesar do show grandioso, não dá pra esconder a decepção em não ver o Torture em sua plenitude e sim apenas uma parte do seu show.

Feito um resumo dos shows das bandas, cabe compartilhar algumas informações: 

1 - Todos os shows das bandas locais foram muito curtos, tendo direito a apenas quatro músicas por banda (lembrando que no edital de seleção das bandas locais, as bandas selecionadas teriam direito a 40 minutos de apresentação);

2 - Além disso, vários shows não ocorreram, e entre eles o do Tribuzy, uma das atrações principais da noite;

3 - Os shows, para não perder o costume, começaram atrasados;

4 - E os shows gratuitos que iam rolar? Nem se teve notícia.

5 - Dentro da area de show não tinha comida pra vender, apenas refrigerante e água, e quem tinha entrado não podia sair (pelo menos esse foi o critério usado pelo segurança do evento)

5 - O festival foi cancelado sem nenhum pronunciamento oficial na hora do evento. Os consumidores que ali estava foram deixados sem nenhuma justificação. Para obter alguma informação era necessário procurar diretamente o produtor o que devia ser na verdade o contrário. Algumas pessoas só tiveram ciência do cancelamento na segunda de manhã e, enquanto isso, uma nota oficial saia na internet, mas nada foi dito pessoalmente;

O que se pode retirar das palavras acima escritas é que o Ceará in Rock 2012 passou longe do sucesso esperado. Mais uma vez houve muita vontade de fazer algo positivo e significativo e mais uma vez a concretização de tais objetivos não foi possível. É muito bom ver como a Incartaz acredita na nossa cena e busca promover sempre novos eventos e inovar no serviço oferecido, todavia não é a primeira vez que a mesma tropeça na hora do realizar a sua prestação de serviços, dando ao Headbanger, que nessa história é consumidor tb, um produto abaixo do esperado. Talvez seja hora de repensar as metas e buscar a realização de pequenos eventos que, se não terão muitos impactos de mídia, poderão servir para estabelecer um novo padrão de qualidade nos eventos de rock do estado do ceará que, em regra, são insatisfatórios.


Alguns pensamentos avulsos:

1 - O fracasso do evento é culpa do público?

De forma alguma! Todo mundo que frequenta a cena cearense sabe de suas limitaçõe e até desconfiava da viabilidade do Ceará in Rock 2012. O público não ir não foi surpresa, pois até os shows da capital sofrem com esse problema. Agora, se mesmo diante desses fatores que ostentavam o risco do evento, o mesmo foi "organizado" e comercializado, é obrigação da produtora cumprir com o serviço na forma que ele foi oferecido na sua divulgação. A oferta vincula o ofertante! É um princípio básico das relações de consumo. Além disso, os riscos da atividade empresarial correm para a empresa e não para o consumidor. É meu filho, ser empresário não é fácil não!

2 - Vc nunca produziu um show, então não pode falar nada!

Nunca produzi um show, mas tenho noção do quanto é difícil tamanha tarefa. Justamente por isso é que se deve ter a noção se um determinado evento é executável e viável. Não dá pra ficar arriscando de qualquer forma.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Eu e a Mochila - Jazz & Blues Guaramiranga 2011



E ae coabitantes do mesmo planeta :D. Venho aqui dividir meu relato da viagem que me levou a Guaramiranga. Avisos sobre o texto, ele é em primeira pessoa, e logo é diretamente ligado as minhas impressões e sentimentos, simbora!

Eu não iria para Guará esse ano, ia ficar em casa mesmo (motivos de grana e de ordem pessoal tb). Mas eis que no domingo, depois de uma cochilada a tarde, vem aquela vontade de subir a serra. E então, começei a tentar concretizar isso, procurando um local para ficar por lá. A idéia era ir, procurar local pra ficar, se não achasse, voltaria no mesmo dia. De conhecido, estavam lá o Italo e a Veve, acampando, uns amigos do bairro e outros de outro carnaval. Mas as casas destes estavam cheias já.
Acabou que a busca por local no domingo não estava dando muito certo. Mas no final das contas, não havia porque desistir, então coloquei algumas poucas coisas na mochila, acordei na segunda, e peguei um ônibus pra subir a serra!
Aqui paro pra dizer como isso é bom, fazer isso de forma realmente espontânea, sem planos bem traçados.
E acabou que na rodoviária ainda, o Samir (valeu ma!), da faculdade, me encontra lá e estava indo pra Guará tb. Ae blz, conheci mais pessoas no ônibus e chegando lá, acabou que deu certo para ficar no quarto que uns amigos do Samir haviam alugado :D
Ae pronto, depois disso foi encontrar o Italo e a Veve, conhecer o pessoal do quarto, encontrar os outros amigos pela serra e aproveitar aquela bela cidade!

Agora vou falar aqui mais do festival (falei que o texto iria ser em primeira pessoa :p). Eu assisti shows nas Jam Sessions e nos ensaios arbetos. Os ensaios arbetos foram muuito bons! No primeiro dia teve Adelson Viana e Manassés de Sousa. Eles executaram obras lindas! Foram desde músicas clássicas a regionais. Adelson mostrando um enorme leque de sons a serem executados no acordeon e Manassés com uso extraordinário do violão, desde belas e tranquilas melodias até a quase quebrar a cordar do violão e lhe fazendo parecer que havia mais de uma pessoa tocando aquele violão, para se obter toda aquela variedade de sons!
No segundo ensaio aberto, se apresentou a banda da bela Taryn Szpilmann (RJ). Dona de uma belíssima e potente voz, e acompanhada de uma banda que também não deixava em nada a desejar. Fez um show passando por Janis Joplin, Jimi Hendrix, clássicos do Blues e até por Led Zepplin.
As Jam Sessions, que da outra vez que eu fui foram o grande destaque, dessa vez acho que não foram tão boas assim. O que não é ruim ainda hehehe.. Arthur Menezes, que estava tocando em outro festival, mesmo assim não quis ficar longe dos palcos de Guará, na segunda chegou lá e estava tocando nas Jams! E ele conhece bem o público e sabe como agitar o pessoal heheh...

Voltando ao lado mais pessoal hehehe... passei boa parte do tempo pela cidade com o Italo e a Veve (espero não ter pertubado ou atrapalhado heheh..), só nos fins de noite e madrugadas que eles não poderam estar presentes por motivos de força maior hehe.. Mas valeu ae voces dois :D
O pessoal la da casa também muito legal e gente boa. Felizmente conheci pessoas bem interessantes :)
Enfim, acho que já esta de bom tamanho o que está escrito aqui, o resto é pra viver e não pra contar.

domingo, 10 de maio de 2009

Seletiva do Wacken by Kássio Chaves

Neste sábado fomos prestigiar mais um evento de Heavy Metal de nossa cidade. A seletiva cearense para o Wacken Open Air. Desta vez não podemos contar com a presença de todos os membros do Theater of Salvation, mas pelo menos estavam presentes: Ítalo, Harley, Sara e eu (Kássio), todos bastante animados com as apresentações desta tarde de sábado. A seletiva foi realizada no centro cultural Banco do Nordeste, lugar já bem conhecido do público metaleiro de Fortaleza. O BNB já faz um bom tempo que vem contribuindo para a cena metal em Fortaleza ou em todo o Ceará, pois ao fazer eventos do gênero durante o ano quase todo ainda tem o fator primordial de ser de gratuito, o que um interesse direto na cultura e propiciando o direito ao lazer estabelecido pela Constituição Federal em seu art.5ª-. A nossa animação não era a toa, pois a cena metal nos últimos 2 anos tem crescido muito com a presença de bandas gringas de renome como: Helloween, Gamma- Ray, Nightwish, Nazareth, Destruction, Motorhead e muitas outras. O público cearense tem demostrado interesse neste estilo de música e já provou que é fiel, não importando a banda sendo de heavy metal ou gênero derivado desse como trash, death e tudo mais....sendo isso um fator importantíssimo para a vinda de grandes bandas internacionais e nacionais (Angra, Sepultura), a vontade dos produtores locais também em trazer bandas de grande porte tem sido um ponto crucial. O Ceará após o show do Motörhead foi definitivamente como disseram os jornais locais inserido na rota dos grandes shows internacionais em tour pelo Brasil.

A seletiva cearense para o Wacken Open Air teve início pontualmente às 14:00 com a banda de trash “ A Trigger To Forget”, que recentemente fez seu primeiro videoclipe oficial da música “ never to return”, que já tem mais de 9.000 visualizações no youtube e também já teve seu viceoclipe divulgado pela MTV Brasil. “A trigger To Forget” é marcada por um grande empolgação ao tocar e uma presença de palco incomparável com riffs marcantes e volcais guturais a banda realmente se destaca no cenário atual cearense do gênero. A segunda banda a se apresentar foi a Betrayal que é de um estilo mais death metal, banda ao tocar provoca um estrondo sonoro hehe, eles tocam de forma tão intensa que Sepultura perto deles é MPB huahuahauhua. A terceira banda a se apresentar foi uma banda do interior do Estado, chamada “Dr.Divine”, essa banda traz mais características do bom e tradicional “Hardrock”, o Wacken como de costume apresenta uma tendência de ir mais para uma linha de death/trash metal, então a “Dr. Divine” praticamente entrou no palco só para cumprir tabela e animar também o público ali presente que gostou da banda. A quarta banda a mostrar o seu talento foi uma banda nova no cenário cearense chamada “Roadsider”, que tem um estilo bem próprio que transita entre o “trash metal” e o “stoner rock”. Percebe-se algumas influências de bandas como: Pantera, Black Label Society e Sepultura. A banda entrou não muito cotada para levar a vaga, pois é a banda mais nova dentre as que estão na disputa, mas memso assim a banda não deixou a desejar ao impor um ritmo forte de metal e também ao demostrar uma grande presença de palco, dava para perceber que cada integrante estava dando o seu melhor, tocando com “feeling”; eles tocaram alguns clássicos do ep deles como: What a joke, last lament, reach out........a última banda é uma das mais conhecidas e apreciadas pela galera, Samhainfall, uma banda com um certo tempo de carreira e com um setlist recheado. A SamhainFall desde seus primeiros passos tem explorado o Hard & Heavy tradicional com sonoridade contemporânea, fazendo um som direto, pesado e agressivo. tendo como influencia bandas como Motörhead, Pantera, Black Label Society e também bandas que encabeçaram o movimento “The New Wave Of British Heavy Metal” como Iron Maiden, Thin Lizzy e Judas Priest. Fiel às suas origens, produzindo musica pesada com melodias marcantes, a banda nos garante paixão e entreterimento sem se prender a padrões ou estilos pré-estabelecidos. Em 2007 a banda lança seu primeiro EP intitulado “The First Sign” contando com 6 musicas de sua autoria. A banda liderada pelo marcante e sempre empolgado Raphael Joer(vocal) fez um show com suas músicas mais heavy para mostrar o que a de melhor na banda, tocando clássicos como: “Never tell secrets”, “Seeds of fire”, “Banished From Hell” e músicas novas como: “Night by Night” e “Before my time”, foi um show de primeira em que nossa galera já está bem acostumada, pois é a banda que mais vimos em ação hehe.

Ao término das apresentações no centro cultural Banco do Nordeste esperamos pelo resultado da seletiva, após um bom tempo de espera e apreensão sai o resultado do voto popular, e como era esperado a banda “A Trigger to Forget” ganhou como a banda mais popular obs: (eles tinham uma torcida gigante de fãs), e logo em seguida a votação dos 5 jurados, dentre eles o produtor Marcelo e o editor da revista “Roadie crew”, pois bem depois de um discurso sobre as dificuldades ao ir concorrer lá fora enfim o anúcio da grande vencedora que irá representar o Ceará....e “Roadsider” é anunciada como grande ganhadora!!!!!!!!uma grande surpresa, pois concorria com bandas do porte de “Samhainfall” e “A Trigger To Forget” já a mais tempo em cena. Flávio Oliveira vocalista da banda vencedora não se conteve ao saber o resultado foi ao delírio, extravasou toda sua emoção e com toda razão agora eles são a principal banda cearense e vão para o Rio de Janeiro lutar por uma vaga no Wacken Open Air. Parabéns!!!!!!!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

10ª festival de Jazz & Blues de Guaramiranga




No carnaval deste ano eu(Rafael-k) e o Kassio tivemos o prazer de passar o carnaval em Guaramiranga, curtindo o festival de Jazz & Blues. Creio que o comentario mais sincero que posso fazer, e bastante dito pelos que la estiveram é, perfeito.

A começar pela cidade que é uma atração por si só. O clima bastante agradavel(principalmente quando voce fica bem agasalhado hehehe...) e cidade é linda, com muitas atrações naturais. E uma das coisas que mais impressiona um cearense como eu, a tranquilidade. Foram dias sem buzinas, pessoas gritando estressadas e reclamando da vida, e é possivel andar nas ruas as 4 da manha com a maior tranquilidade. Lugares para visitar vão desde as cachoeiras e trilhas até os picos e mosteiros.

Mas não vamos esquecer da música(nunca :p). Shows gratuitos todas as tardes e noites além das oficinas(também gratuitas) davam ao público bastante Jazz e Blues. Nos shows a tarde tinhamos os grupos do projeto novos talentos(destaque, na minha opnião, para os talentos do Crato), além de grandes nomes do Jazz e Blues brasileiro, como Arthur Menezes e Pablo Fagundes. Esses dois citados que inclusive agitaram em todas as noites as Jam Sessions que iniciavam a meia noite e iam até as 3 da manha. Além de outros grandes músicos como Manassés, Paulo Meyer,Bob Mesquita e outros anonimos porém também de grande talento. Outra banda a tocar nas tardes de guaramiranga foi o Projeto Timbral, formado por Lú de Souza(guitarra),Neo dos Santos(bateria) e Miqueias dos Santos(contrabaixo, um dos melhores que eu ja vi).

Enfim, espero poder voltar ainda mais vezes em Guaramiranga e para o Festival. E torço para que poessamos ter todo o Theater of Salvation por la :D
Ficaram as boas lembranças e as saudades, até mais ver ...





UP THE IRONS!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

E mais Rock Cordel


Mais um dia de rock cordel,dessa a vez a banda que fomos ver foi a Redäche. A banda se apresentou nesta quarta feira e apresentou um repertorio cheio de classicos e energia.
Foram tocados clássicos desde Rainbow a Striper,passando pelo rock,hard rock e metal.O show foi iniciado com um hino do Rock, Long live Rock´n Roll , do Rainbow. O publico ja foi com certeza cativado logo de inicio. Ainda foi tocada Rock You Like a Hurricane(Scorpions), Bringin' On The Heartbreak(Def Leppard),Wasted Years(Iron Maiden),To hell with the devil(Stryper) e se teve mais eu não to lembrando agora.
Enfim,em minha opnião merece destaque a vocalista Claudine. Além de possuir uma bela voz e cantar sem demonstrar grande esforço para alcançar com qualidade o que a música exige,ela também demonstrou grande presença de palco, sabendo manter o show agitado a todo momento.

Mudando um pouco de assunto,nesse mesmo dia fomos ver o filme O Curioso Caso de Benjamin Burtton. Não vou falar muito do filme,mas quem tiver a chance de ir ver,acho que não vai se arrepender.

Voltando ao Rock Cordel...
A Fireline se apresentou no BNB(Banco do Nordeste) nesta tarde de quinta-feira de janeiro. Antes do show começar debatíamos algumas músicas que poderiam ser tocadas pela Banda Fireline nessa apresentação. Fireline é uma banda experiente e com um repertório de músicas autorais relativamente grande, principalmente se tratando de bandas locais, a banda já está trabalhando na sua terceira demo. A banda liderada pelo guitarrista e vocalista André Rodger, que sempre tem apresentações marcantes por seus solos virtuosos e empolgantes que deixam a galera ao delírio hehe, então ao entrar no palco Fireline começa o show com um clássico deles mesmo, “the mirror of true”, em seguida foi um cover de uma banda chamada Tolken, não sei o nome da música hehe, mas depois eles voltam a tocar músicas de sua autoria como “não tão distante” (cantada em português), teve também as músicas “ No Surrender”, over the mountain(cover ozzy), outro cover de Tolken que também não conheço hehe, Highway star (cover de Deep Purple), e para finalizar o espetáculo sonoro que estava de arrasar a música que dá nome a banda, “Fireline”. Mais um belo show dessa banda de metal cearense que com certeza é uma das melhores do estado.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Rock Cordel - 1º poste


O festival rock cordel do centro cultural do bnb ja começou bem. Eu(Rafael-K) , Kassio,Italo e Harley estávamos la . Não vimos todas as bandas,mas vamos por partes.
O primeiro show que vimos foi da Insanity Dawn,que fez um show apenas com músicas autorais. So conhecíamos a banda pelo myspace, e ja conhecíamos o vocalista Felipe Nino de shows com a Cross of Fear. Porém devo dizer q fiquei muito impressionado com a banda. Música de qualidade ,esbanjaram um metal de muita qualidade, com músicas bem trabalhadas. Creio que podemos esperar muito dessa banda.

Depois,conseguimos ainda ver o show da Ark of Sin,que foi o seguinte(acho q houve um pouco de atraso entre os shows). A banda, que já é velha conhecida do público local, se apresentou com a competência de sempre e comprovou que suas apresentações no centro cultural do BNB sempre tem a vantagem da boa equalização dos instrumentos( algo muito importante na música pesada). Boa parte das músicas do ep "Where evil lies" foram executadas. O destaque da banda foi o vocalista/baixista Andrey Chaves apelidado de capitão caverna pelos presentes no evento que levou com muita competência as suas funções, além de ser uma figura emblemática no palco.

Ás 15:40 eis que entra a banda Triarchy, que recentemente se apresentou na abertura do show do Nightwish em Fortaleza. Infelizmente, apesar da boa impressão das músicas do seu myspace, a banda não estava numa tarde muito inspirada fazendo uma apresentação fria selecionando covers que não cativaram muito o público, mas que , pelo menos, mostrou ousadia por parte da banda. Destaque da banda com certeza foi o baterista Alísio Meneses demonstrando muito "fealling" ao tocar as músicas hehe.

Já a banda Obskure caprichou mais mais uma vez, fazendo os elogios já feitos na resenha do Ceará In Rock 2008.

Já no segundo dia, nós comparecemos mais tarde ao CCBNB, pois selecionamos as duas últimas bandas para conferir: Samhainfall e Killer Queen. A Samhainfall já é marca registrada nos postes do theater of salvation e fazer alguns elogios seria retorcer os mesmo pano mais uma vez. Mas duas coisas chamaram atenção na tarde de hoje. A primeira para o fato da banda já ter uma considerável lista de músicas, sempre apresentando alguma variação, o que é raro na cena alternativa. A segunda, é que já tinha um tempo que o Rafael não cantava tão bem como na tarde de hj. Já a banda Killer Queen fez uma apresentação muito divertida e diferente para os padrões do CCBNB. Os músicos já tinha tudo para realizar uma boa apresentação pelo fato de explorar uma das mais valiosas discografias do rock. Mas eles não deixaram por menos. Capitaneados por dois integrantes que literalmente vestem a camisas, eles fizeram um apresentação explosiva, com destaque para a presença de palco do vocalista explorando o jeito freddie de ser hehe. Clássicos como We are the champions, Kind of Magic e somebody to love empolgaram a galera. Na certa, uma apresentação para descarregar o estresse do centro da nossa cidade.

Bem, por enquanto é só isso. Está apenas começando e muita coisa boa ainda vai rolar. Só pra ter noção, nessa sexta tem os dinossauros do rock cearense: Renegados.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Santa Cruz ( At the Holy Cross)

Ontem (13/12) aconteceu no Santa Cruz(tambem conhecido por Holy Cross ou ainda Satan Cross) o festival Dawn of Heavy Metal. Foi a primeira vez que fui ao Santa Cruz, apesar de ja ser uma casa de shows bem antiga.
Quanto ao público, infelizmente não tinha tanta gente o quanto o evento merece. Porem quem estava lá sabia agitar, foi como voltar ao Hey Ho na época das rampas, voltar a minha "iniciação" nos shows de heavy. É facil ser metaleiro para ir para grandes shows internacionais, mas a nossa cena heavy metal esta nesses shows das nossas bandas.
O show contava com bandas conhecidas do metal da nossa terrinha, como Donzela, Dose Lethal e Oraculo. Ainda contando com a volta de duas bandas que estão voltando a ativa , Fireline e Soul Blade!
Quando eu cheguei ja havia uma banda tocando, Donzela. Creio que cheguei a escutar apenas umas duas ou tres musicas da banda. Foi tocado um cover de uma musica que eu tenho certeza q conheço mas não lembro o nome(:p) ,mas creio ja ter escutado ela pelo shaman ou pelo André Matos.
Logo depois entra no palco a banda Dose Lethal, que fez um show para um publico que ja começava a crescer. A banda apresentou uma boa dose de Heavy Metal bem direto fazendo o publico bater cabeça e inclusive cantar algumas musicas. Ainda havendo espaço para um cover do Hammerfall,com a música Renegade!
Então entra no palco a banda que eu estava esperando, a Fireline. O show foi iniciado com a canção titulo da nova demo da banda, no Surrender. Ainda foram executadas músicas da primeira demo como Mirror of True e Fireline e , para a surpresa de muitos, encerrado com uma canção nova da fireline,que não esta na 2ª demo, em português :D
Foi legal ver parte do publico cantando em plenos pulmões cantando as músicas autorais da fireline. Eu diria que o momento que moveu mais pessoas a cantar e bater cabeça foi sem dúvida um cover de Highway Star , do Deep Purple(o solo foi simplismente foda). Ainda houveram outros três covers ,um do Exodus ,outro do Ozzy(Over the Mountain) e de uma outra banda que eu não lembro qual.
A banda a se apresentar em seguida foi a Dragon Soul,outra banda que também esta fazendo sua volta aos palcos. Apresentou um bom Power Metal. Foi um grande show,mas minha memoria ja começa a falhar,porem lembro que houve um cover de Man´o´war.

Não lembro agora qual foi a banda,mas tivemos ainda cover de Iron com Run to the Hills!! Dava pra ver que o assunto Iron em Recife ta bem presente na mente de todos!

sábado, 30 de agosto de 2008

Ceara in Rock - já na primeira edição entra para história

Desde o publicação da idéia até a sua execução, o festival foi um grande desafio. Ironicamente, um desafio que foi suplantado por um cara que não é cearense mas que entrou no coração dos headbangers locais. ( valeu Marcelo!!!)

O festival que contava com Tarja Turunen e André Matos, começou na quinta-feira, dia 28. De início uma idéia ousada, pois um show na quinta feira sempre é olhado com desconfiança pelos headbangers locais. Mesmo assim, um bom público compareceu a noite do dia 28, todos desejosos por ver a encantadora Tarja e por sua super banda. Um dia que levou um público diferente para um evento de heavy, com muitas caras novas. A casa de show Oasis tem suas vantagens sendo a principal a visibilidade para o palco, tornando o show quase que um evento só para convidados de tão próximo que ficamos dos artistas. No entanto a casa de show é quente ( outros problemas posteriormente serão ressaltados). O primeiro problema do festival foi o fato de o anuncio marcar os shows para começar as 19 horas, horario que foi atrasado por quase duas horas, aumentando a ansiedade do pessoal, principalmente da galera que, como nós, queriamos ver Sanhainfall!!! Mas devido ao atraso, os shows locais foram meio prejudicados. A banda Cliftons tocou por apenas 10 minutos e Sanhainfall sequer subiu ao palco. No entanto, nada foi prejudicou o show de Tarja. Por volta de 21:30, um pano é levantado em frente ao palco. Foram meia horas de ansiedade que eram aumentadas pelo fato de o Terrana ter feito uma pequena passagem enquanto os ultimos preparativos eram feitos.

Por volta de 22 horas, é iniciado as luzes da casa se apagam e apenas uma luz do fundo palco ilumina o corpo de tarja, é quando a mesma passa cantar e prontamente sua voz magistral emana todo local de um encanto provocado por um talento unico. Tudo isso vendo só o vulto da vocalista. Quando cai o pano, nos deparamos com toda banda. Foi um momento emocionate pra mim, ver tantos talentos tão próximos. Mike,Kiko, Tarja e Doug são reconhecidos em suas especialidades e estavam juntos para nos entregar o espetaculo singular. O show variou entre a carreira solo da vocalista e suas musicas junto ao Nightwish, sendo estas cantadas aos pelnos pulmões. A banda simplesmente passeou em palco, tranquilos de tudo que faziam, com o público na mão, transpiraram talento. Magistral!!!

Sim, ele mereceu um paragrafo só pra ele. Mike Terrana. Monstruoso. Até hoje fico arrependido de num ter ido para o workshop. Um icone, um talento!!! Sem palavras para definir.

No show, ficou só devendo a falta das clássicas the phantom of opera e Over the hills and far away no Nightwish e the Reing do album solo dela. Mesmo assim foi um ESPETÁCULO!!! Realmente estou ficando mal acostumado com tantos shows de grande nível. O paia foi o fato de não anunciarem que a Sanhainfall não ia tocar, ficando nossa galera de esperando em vão.

No segundo dia,a aventura parecia ser maior. Pra começar não iriamos de carro e tivemos que andar da domingos olimpio até a duque de caxias para pegar um onibus. De lá, fomos para o Óasis, onde nos desfrutamos de rechados como jantar... Tudo isso para não perder André Matos e Black Dog. Fomos esperar lá na fila, enquanto o kbça ampliava o seu ciclo de amizades hehe. Ao entrar no Oasis, o pública parecia pequeno mas tudo isso que a galera chegou tarde.... e pq chegou tarde? pq quase tudo aqui começa atrasado!!! Então entramos e fomos conferir o show da Canino Song. De cara, o som estava bem mais alto, fato que animou os metaleitos nãp-eventuais. A primeira banda foi Canino Song, que não tem musicas muito originais, mas tem uma cômica ( e na minha opinião acertada) introdução, dando uma cara descontraída para o show. Depois foi a hora da banda Superface, na qual eu não prestei atenção. No entanto, em seguida veio a banda do guitarrista Tales Necromorten. Pra começar, essa banda, na minha opinião, é superior a banda principal do Tales, Darkside. Fazendo um Thrash muito rápido e pesado, ótimo para bater cabeça, a banda usa e abusa de enerdia fazend um dos melhores shows do gênero que eu vi de uma banda local. Realmente me agradou, mas resolvi me poupar pra conferir a Obskure. E essa não decepcionou,é realmente uma banda do caralho que honrou seus 19 anos de história. De cara percebi que o dvd da banda não capitou 70% da energia que eles passam ao vivo. São bem firmes e tocam com amor ao estilo, empolgando todo mundo. Nessa hora, o jogo já tava ganho, as bandas extremas detonaram. Só falta o André pra levantar a taça e a black dog beijar a taça.

Instantes depois era a vez da musa nissei san seii hahuahu entra no palco com sua trupe. Desde o primeiro momentos os caras se mostram hiper-competentes e no nível das bandas internacionais que passaram por aqui ( caralho, posso fazer essa comparação hahua). Com uma iluminação impecável e com os carismátios andré e zaza, a banda teve o show na sua mão. Lá se foram Letting Go e Rio. Logo após foram distant thunder e Here I Am, seqüencia de matar que fez com que eu fosse lá na frente bater cabeça como não se houvesse amanhã em homenagem ao Ritual, um dos cds que foram fundamentais por escolher o estilo. Tocadas essas músicas eu voltei ao normal kkkk. A banda executou crááássicos de viper, angra e virgo, sendo living for the night uma celebração a história desse músico. Show com energia,interação e pesado... pra que mais??? parecia algo muito bom pra ser verdade, mas eu já começava a olhar temeroso com o show do da black dog, pois como o andré falou, a banda dele só estava na metade e já eram 1:20 da manhã. Foi quando na música time to be free, uma música épica da banda, passa a ser executada. Nos primeiros instantes a música não tem nada diferente e sendo bem conduzida. No entanto no meio da canção o som é desligado, sendo apenas perceptivel a bateria. Todo mundo berrou protestando!!! Em seguida, era hora de Fairy Tale e mais uma vez o som estava desligado, a música foi executada a sério pela banda, mas o público não pode conferir o esforço dos músicos. Em seguida as luzes são desligadas e todo mundo da banda se retira. Um momento que nunca presenciamos antes, pois inicialmente chegamos a pensar em um possível solo mas não sobrou ninguém no palco. Não tinha cara da saída para o bis... tinha cara de merda. Foi muito tempo esperando, quando o Marcelo vem da o recado que havia problemas com a SEMAM e que estava sendo feito de tudo para reverter o problema. E nada de o show começar e a galera começava a ficar apreensiva. Depois de um tempo, aparece o André que fala pra galera que o show vai assumir o roupagem semi-acustica. A banda, com os distorções de guitarra desligadas. A banda se esforça e conta com o apoio da galera, mas mesmo assim, o clima tinha esfriado. Foi nessa hora que o André Matos ganhou o meu respeito muito além do que uma música pode fornecer, talvez seja nessa hora que o show começou, um show de respeito e personalidade desse músico. Em nome da banda ele lamenta tudo e promete voltar pra nossa capital em breve. Todo mundo sai desolado!!! Imagina a galera que foi lá pra ver black dog...deve ter ficado muito puta!!! Eu simplismente não acreditei. Em certo momento, as luzes chegam a ser desligadas, o que podia provocar uma confusão entre os espectadores.

Devo abordar o comportamento do metaleiro cearense. Esse deve ser ressaltado também! Pois nenhuma confusão generalisada foi iniciada e todo mundo sai de maneira educada. Cara..isso foi um exemplo.. uma demostração de que somos civilizados e que merecemos respeitos.

A interrupção do show foi a aplicação da lei do silêncio. De certa forma, a aplicação é justa, pois o Oasis tem um uma acustica não muito boa, como vimos no momento em que passamos por tras da casa de show, e pela casa de show ser perto de area residêncial. Eu sou a favor do combate à poluição sonoro. O problema é a maneira na qual foi aplicada a lei, de maneira arbitraria. Eles não pensaram nas conseqüencias do que poderia acontecer caso o show acabasse sem mais nem menos, o que foi evitado pela a elegânca com que o André avisou a galera. Vale ressaltar que o problema não é só do Oásis, pois quase todas as casas de shows locais e barzinho com música ao vivo não tem uma eficaz acustica, agora que está acima do organizador, pois se ele butar na cabeça em fazer um show somente onde tem acustica perfeita, ele não faz show aqui em fortaleza. Outro problema é que a lei em outros lugares é ignorada, pois as autoridades competentes fazem vista grossa para não cortar o barato dos turistas.

Eu compreendo a indignação dos músicos, pois eles se preparam mentalmente, e físicamente para tocar e ver seu trabalho interrompido de maneira bruscas é de se indignar. Entendo a indignação do Marcelo, pois ele já teve tanto problema quanto a organização do festival que ele merceria um desfecho melhor.

Em suma, é necessário fazer eventos o mais organizado possível, para que se consiga começar e terminar numa hora boa, respeitando a vizinhança do local. Tem que ser planejado quantas bandas são capazes de tocar naquela noite. É possíevl fazer um evento dinâmico, o forcaos foi um exemplo, agora temos que ter a noção que não cabe apenas ao Marcelo fazer isso só, mas toda galera headbanger de Fortaleza. Eu me recordo quando o Almah fez um show aqui em fortaleza, e o Aquiles foi até a frente do palco e chamou o Emídio, da Galery Productions, para dizer para todo mundo que são figuras como ele que fazem o heavy daqui se sustentar. Isso me chama a atenção, pois não é justo com que o Emidio, o Marcelo e seja quem for, tenha que fazer um esforço sobre humano, para butar o movimento local para andar, pois são muitas as adversidades a serem enfrentadas.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Renegados no Maria Bonita

Na última sexta feira, dia 11, parte da galera foi novamente ao Maria Bonita conferir o show da banda Renegados.
Foi a primeira apresentação a banda que eu tive a oportunidade de ver. Só conhecia o trabalho deles pelo excelente álbum
  • A Essência
  • , e garanto que ao vivo a banda cresce muito.
    Dessa vez, ao contrário das outras, chegamos cedo no Maria Bonita. Muito cedo. O que foi ótimo, pois conseguimos pegar um lugar excelente à beira do palco, isso enquanto a banda ainda montava seu equipamento. Pouco tempo depois eles começam a passar o som e pudemos ter uma idéia do que estava por vir. O som do Maria Bonita nunca esteve tão nítido, dava para ouvir cada instrumento perfeitamente. A vantagem de um power trio, como bem observou o Harley. O Marcelo (Marcelo Pinheiro – Guitarra e Voz) se mostrou extremamente perfeccionista, orientando a equipe de som em cada detalhe até que cada instrumento fosse ouvido alto e claro.
    Uma vez ajustado o som, eles tocaram duas músicas para passar o som. A primeira eu não lembro qual foi. A segunda parecia até o último momento da introdução que seria Breathe, do Pink Floyd. Na verdade, se tratava de Primavera nos Dentes, da banda Secos e Molhados. Música muito boa, com uma pegada blues interessante, mas que possui uma “influência” meio suspeita da música citada acima.



    Depois da passagem de som, os músicos sentaram-se para aguardar a hora do show. Uma hora e meia de muita expectativa, pois já dava pra saber pelas duas músicas que o show seria de altíssima qualidade.
    Finalmente, às 22:30h, começa o show, com “apenas” meia hora de atraso (pontualidade invejável comparado ao normal dos shows por aqui). O que se seguiu nas próximas 3 horas e meia foi simplesmente incrível. Os três músicos têm uma qualidade muito alta, é difícil entender como uma banda como essa não possui reconhecimento internacional, nem mesmo nacional. Todos deram show em seus instrumentos: Marcelo detonando na guitarra, fazendo ótimos e longos solos com muito improviso e feeling. Tocar guitarra parece fácil vendo esse cara tocar. O Ricardo também dando um show à parte. Sua pequena bateria parecia enorme, tanto nos solos e nas viradas como nas conduções, o cara realmente mostrou como se toca. Detalhe que a bateria não estava microfonada, o cara tocou “no braço” mesmo, o que dá uma dinâmica interessante, apesar de perder um pouco na qualidade do som, principalmente no bumbo. Romualdo Filho faz o que um bom baixista deve fazer: participa ativamente da melodia da música e, quando necessário, segura a harmonia da banda fazendo a base para os solos do Marcelo, além de alguns solos cabulosos que o cara faz.
    O som da banda é difícil de definir, mas eu definiria com um rock clássico com influência de ritmos locais como maracatu e uma pegada blues com influências de jazz (eu disse que era difícil definir hehe). Os momentos de improviso no meio das músicas são viajantes e, nas partes cantadas, as vozes dos irmãos Pinheiro se encaixam perfeitamente criando um clima meio Pink Floyd. Falando em Pink Floyd, a reação dos caras aos pedidos de covers é hilária. Eles até fazem vários covers passando pelos citados Pink Floyd e Secos e molhados, além do clássico Raul, Jimmy Hendrix e outros que eu não vou lembrar agora. Mas quando a galera começa a pedir covers demais o Marcelo retruca com coisas como “É cara, eu também gosto de Pink Floyd, mas eles só são quem são porque um dia pararam de fazer cover e começaram a tocar músicas próprias” ou “Cara, Raul já ta divulgado, deixa a gente divulgar a nossa banda um pouquinho também”. Muito comédia.
    Enfim, é uma banda local que realmente todo amante de rock em fortaleza deveria prestigiar. A satisfação é garantida. Com certeza foi apenas o primeiro de muitos shows que eu prestigiarei.
    Não sei se esse vídeo já foi postado, mas ele dá uma boa noção do que é renegados ao vivo:

    sábado, 14 de junho de 2008

    1ª mostra BNB do Blues

    Desde o dia 5 está acontecendo a 1ª mostra BNB do Blues no centro cultural do banco do nordeste, e ainda continuara ate o dia 26.Primeiro quero parabenizar o centro cultural banco do nordeste por essa continua iniciativa a cena musical no nosso estado.
    Foi realmente muito bom,passsarei logo para as bandas.Hoje as bandas a se apresentar foram 3: Artur Menezes e os caras,Renagados e Los The Os, nessa ordem.Eu falerei aqui das duas primeiras bandas,que foram as que eu presenciei.
    O show de Artur Menezes e os Caras eu acabei pegando por acaso,mas foi um feliz acaso. Foi um show de grande qualidade com um blues bem classico mesmo,com aquela pegada orginal do Blues mesmo.E a banda também se demonstrou bem a vontade no palco e o publico reagiu bem.O show teve musicas autorais mas foi em sua maioria voltado para covers do Blues,ou pelo menos foi o que me pareceu.Houve até um cover de Raul depois de gritos incessantes de "Toca Raul" hehehe...e foi massa.É uma otimo show principalmente pra quem quer ouvir um blues mais raiz.A banda é formada por Artur Menezes no vocal e guitarra,Lucas Ribeiro no baixo e Wladimir Catunda na bateria.
    Apos esse show houve uma conversa com o dono da Casa do Blues(não lembro o nome dele) sobre a história do Blues e suas influências na atualidade.Eu não tenho muito o que comentar por que so peguei o fim dessa conversa.
    E show seguinte foi o da banda Renegados.Esse era o show que eu tava esperando, e eles fizeram um baita show sem deixar nada a desejar(a não ser pela musica Psiquiatra :p), houveram alguns elementos novos inclusive no show.A banda fez uma apresentação repleta de musicas autorias e uns 3 covers.Inclusive tocaram duas musicas do seu proximo album, que diga-se de passagem,estão realmente boas.Ainda houveram músicas do primeiro album e também do seu segundo trabalho, intitulado A Essência.A impressão que eu tive e que a maior parte do publico estava vendo Renegados pela primeira vez e demonstraram grande satisfação com o show.A energia e irreverencia dos irmãos Pinheiro é realmente contagiante.Inclusive na canção Navegante do Amanhã o pessoal marcou o ritimo com palmas.Foi uma hora de um bom Blues e Rock!Renegados é: Marcelo Pinheiro(voz e guitarra),Ricardo Pinheiro(bateria) e Romualdo Filho(baixo)

    Terminar então com uma frase de Marcelo Pinheiro;
    ""Rock´n´roll não é apenas um gênero musical,mas principalmente um estilo de vida em favor da libertação das mentes aprisionadas em antigos valores"

    sábado, 12 de abril de 2008

    Ark of Sin nas eliminatórias do wacken open air


    Batalha, da Roadie Crew


    A banda cearense Ark of Sin escreve mais um capitulo na historia do nosso blog, que como a banda Samhainfall são as referencias metálicas mais citadas por aqui. Talvez tenha sido por isso mesmo que veio a idéia de prestigiar a apresentação da banda no evento. No meio da semana, eu andei pensando em como deve ser a sensação de participar das eliminatórias desse grande festival. Apesar de ser muito difícil se consagrar campeão nacional dessa eliminatória, duvido que não tenha passado pela cabeça dos músicos que iriam se apresentar a possibilidade de êxito nessa caminhada. Talvez até por isso, o show prometia mais, pois as bandas possivelmente querem vencer!!!


    Portanto, demandamos para Centro Cultural do Banco do Nordeste, um grande parceiro da cena local. Eu cheguei cedo, mas o Kássio, Italo e Kbça só apareceram quase perto do show e por pouco não perderam o show. Mas o que importa é que tudo deu certo. Antes da apresentação da Ark, ouve uma conversa informal e bem-humorada com o Batalha da Roadie Crew, uma revista sobre o estilo.

    Encerrada a "burocracia", vamos ao show. E o que eu pensava se cumpriu!!! A banda tocou com muita vontade e garra fazendo uma bela apresentação. O sistema de som estava acima da média em relação as outras apresentações da Ark, fruto do bom trabalho da organização. Foram intensos 30 minutos, uma música atrás da outra, disparando vários petardos da banda presentes na compilação Fearless and Where Evil Lies. Foi uma porrada de show, infelizmente não pode ser melhor aproveitado pelo ambiente mas não podemos reclamar foi na faixa!!!

    Parabéns pra banda!

    domingo, 9 de março de 2008

    Renegados no Altas Horas


    Yeah...yeah...yeah!!! Esse sábado a noite foi um momento em que o rock foi rock mesmo. Quem esteve presente não se arrependeu.

    Infelizmente a galera não pôde comparecer em peso na noite de ontem, o que é atenuado pelo fato da banda ser local. Banda local? algum problema? Essa é uma resposta que a nossa galera já tem há algum tempo, sempre prestigiando as bandas locais, comprando demos e outras coisas. Mas o que veríamos ontem era algo diferente do que estamos acostumado. As canções já não as agressivas do heavy metal, mas que mesmo assim é capaz de empolgar qualquer amante do rock. A noite de ontem também foi uma ótima oportunidade para nos deparamos com rock de qualidade cantado em português e de uma maneria legal. Poucos ou não, o importante é que fomos! A primeira dificuldade foi encontrar o local, que mesmo próximo da minha casa, eu não sabia onde ficava. Acabamos andando por toda Washintong Soares atrás do bendito Bar Altas Horas. Se bem que se analisarmos pelo lado bom das coisas, acabamos escutando o cd da banda todo.


    Pois bem, encontramos o Altas Horas e logo na chegado já vimos o vocalista/guitarrista, Marcelo Pinheiro na entrada. O cara já ficou animado pois víamos escutando o cd da banda, infelizmente a parte da musica era bem calma, na hora que chegamos. Mas não importa! Fomos atrás de uma mesa e encontramos bem próximo ao local do show ( local do show mesmo e não palco huahua), pois sequer havia algum tipo de elevação ou jogo de luz. Mas na da disso atrapalhou a apresentação da banda. Antes de descrever o show, vale ressaltar toda estrutura que a banda leva, mesmo que seja mínima, já proporciona uma elevação na qualidade do som da apresentação. Mas vamos deixar de conversa e vamos ao show!!!


    Como diria o Luís Boça com seus 32 anos bem vivido: " MÊÊÊUU, foi do caralho!!!". Simplismente a banda detonou num show bem animado. O set foi composto por músicas autorais e cover de blues e rock. A primeira música foi autoral, e mostrou uma banda entrosada e que toca muito bem. O interessante é que ao escuta-los, mesmo se tratando de rock, você consegue perceber que se trata de uma banda nordestina, sempre tocando com empenho e animação. Depois o show se seguiu com 3 blues, dois covers e uma própria se estou enganado. Eu repito... Blues é o que há!!! É um estilo animado que é muito bom ao vivo, pois passa energia sem fazer muito barulho. Show prosseguiu com clássicos e mais clássicos, preenchidos entre e um outro com músicas da banda. Vale ressaltar que as músicas da banda também agitavam e contavam com a aprovação da banda, vide uma lá que foi pedido bis e Navegante do Amanhã. Essa última é um momento a parte do show. Cantada por muita gente, principalmente o refrão, ela passa muito energia. A banda ainda fez um medley dentro dela com ritmos nordestinos arrancando um sorriso de todos os presentes. Simplesmente demais!!! Quanto aos covers, foram vários momentos muito bons. Hey Joe foi um momento mágico e trancesdente. Houve também duas covers de bandas nacionais( Raul e Camisa de Vênus) Um cover do cream no começo do show também apavorou. Agora, na minha humilde opinião, o destaque das covers foi Help dos Beatles. Mas não foi uma help convencional, ela foi modificada e ficou com um ar floydiano, fazendo com essa canção animadinha ficasse dramática e introspectiva. Realmente uma supresa que me deixou de boca aberta. Por fim, eu quero comentar as músicas Refúgio dos Anjos ( pedido aos pulmões do pelo kbça e eu) e Psiquiatra que foi cantada pelos presentes.



    Ao fim do show, fomos falar com os irmãos Ricardo e Marcelo Pinheiro, respectivamente bateristas e guitarrista/vocalista da banda. O primeiro, bem mais sóbrio, conversou um papo cabeça falando das dificuldades da banda mas o prazer do tocar nela. Ainda ficou de mandar o o primeiro cd da banda, que está fora de catalogo para mim. Um momento engraçado foi ao conversar com o Marcelo. O kbça ficou naquela, vou... não vou..vou...não vou, mas acabou indo. O Marcelo tava pra lá de animado e conversou com cabeça, querendo convencê-lo que ele ( kbça) podia SIM montar uma banda, e ele foi insistente!!!

    Bem, fim de noite, pegamos o beco de lá com um sorriso enorme. Feliz com esse show que mostrou a essência do rock. 3 horas e 10 minutos de duração. Sai mais fãn de rock e mais fãn de renegados \O/.

    sábado, 19 de janeiro de 2008

    Sexta - Feira Musical

    Depois de muita enrolação, finalmente saiu a nossa visita ao estúdio pra saciar todo nosso verme por música.

    Mas antes, arrumamos um passa tempo muiito massa!!! Mais uma vez proporcionado pelo impecável festival rock cordel, organizado pelo Centro Cultural do Banco do Nordeste. Com direito a rock de todas as vertentes, quase ninguém fica insatisfeito, e o melhor de tudo de graça. Uma bela oportunidade para as bandas e o público local interagirem e fortalecer a nossa cena, que precisa de iniciativas como essa para dar alguns passos a frente. O Show escolhido por nós dessa vez, foi o da já tradicional nas nossas saídas, Samhainfall! Pra variar os caras proporcionaram um show com muito metal na veia e energia, pra chaqualhar as nossas cabeças e convencer com um heavy direto e bem feito. O lado bom de tudo isso, é que por ser o evento mais bem organizado de nossa terra, as bandas não atrasam, e tocam com um sistema de som, que se não é o melhor do mundo, satisfaz a todo mundo. A banda aproveitou pra realizar uma das suas melhores apresentações e com o sempre inspirado vocal Rafael Joer. Deu pra conhecer bem o trabalho da banda e melhor as músicas apresentadas. O público era muito diversificado o que tornou o ambiente muito interessante. Após o show, o local estava lotado para presenciar o show de uma das bandas mais tradicionais do Ceará, Frozen Fire! Mas não podemos conferir o show, já que tinhamos hora marcada. Ainda deu tempo de ir comprar três demos da Sahainfall, que aliás está muito recomendado, 5 reais por 40 minutos de música :) . Ainda tempo do Kbça bater um papo com o dono da Gallery Productions, Emídio, e que revelou que as negociações para o show da banda carioca TRIBUZY em nossa capital não vingou, uma pena!

    Ainda lá no BNB, encontramos o André e depois de um tempo lá fomos para o Carlito. Lá ficamos um tempo na Focaliza, conversando merda e depois partimos para o estúdio. Agora rapaz, peeense numa tragédia musical hauhuahua. É triste ver tantas pessoas apaixonadas por música não saberem tirar uma música sequer junto hehe. Ainda tivemos o momento Wish You Were Here, que foi o mais próximo de música. Tirando isso, foram duas horas de barulho, que deve ter infernizado a vida do cara do estúdio huahua. Pense num povo brabo hahaha. De lá voltamos para a focaliza pra passar um tempim, tomar um guaraná e assistir um pouco de transformers, mas logo tivemos que sair!

    Um sexta - feira muito legal!!!!

    Vlw muito a pena.

    Set List Samhainfall:

    1 - Never Tell Secrets
    2 - Backing to My Highway
    3 - Banished From Hell
    4 - Burning Witches
    5 - Seeds of Fire

    Ps: o Full Leght da banda está previsto para esse ano, pelo selo cearense Panela do Rock!

    sábado, 12 de janeiro de 2008

    Caco de Vidro

    Aos 45 minutos do segundo tempo, saiu a única saída da galera na semana. Depois de dias esperando pra ir para Tabuba, parte da galera foi ao BNB para conferir a apresentação da banda tributo ao Pink Floyd mais conhecida do estado, Caco de Vidro.

    Antes de tudo, tenho que dar os créditos ao Ítalo que ficou sabendo do evento e prontamente avisou a ala rock da galera. O evento era o segunda festival rock de cordel, realizado pelo Banco do Nordeste, com apresentações de bandas locais, autorais ou covers, tendo uma boa infra-estrutura de som e ambiente e td isso de graça, o que contribuiu para um bom público em todas as apresentações.

    Nesse sábado, fomos Ítalo, Kássio, Sara e eu. O combinado foi de tds se encontrarem no QG do Kassão. 5 e 10 em ponto, nós partimos rumo ao BNB, meio que sem noção de como chegar lá. Mas dps de algumas voltas encontramos o BNB e estacionamos o carro. Chegando lá, sentimos logo em casa, com um telão apresentadando o DVD Pulse do Pink Floyd. O mais interessante é que do lado de fora tinha um time de bateria a todo vapor, fazendo com que, como eu disse ao Ítalo, fossemos da Inglaterra ao interior do Ceará em poucos instantes. Outro destaque é a bela decoração do local, contrastando com o estado que encontra-se o centro da cidade, que está em parte abandonado. Ficamos esperando uns 40 minutos mas valeu a pena pois caso demorássemos, corríamos o risco de ficar de fora. Felizmente tudo deu certo. Ainda antes do show, passou o DVD do Heaven and Hell ( Black Sabbath na Fase Ronnie James Dio). Logo depois fomos ao auditório que ficou lotado e era muito bem refrigerado, nem muito quente nem muito frio. Não demorou muito e o show começou. Pra variar os caras prestaram um verdadeiro tributo as músicas "floydianas", apresentando com muito amor e dedicação. A tarefa torna-se mais fácil por ser um grupo especializado em covers de Pink Floyd, e também, não menos importante, o talento dos músicos ali presentes. Outro ponto positivo, é que mesmo tocando muito tempo Pink Floyd e com um repertório nem sempre variado, eles demonstram grande satisfação em tocar aquelas belas canções, o que ajuda a contagiar o público. Infelizmente, a banda não contou com o vocalista oficial, Zeze Medeiros, para essa apresentação, mas cumpriu bem o seu papel. Ao final do show, ainda teve uma grande surpresa para os presentes. Um cara simplesmente resolveu pedir em casamento sua namorada, na frente de todo mundo, com direito a subir no palco e trilha sono improvisada pelo tecladista. Com o fim da apresentação de uma hora, ficou a sensação de quero mais!!!

    Parábens a banda Caco de Vidro.

    Set List:
    1 - Coming Back to Life
    2 - Time
    3 - Have a Cigar
    4 - Learning To Fly
    5 - In The Flash
    6 - Goodbye Blue Sky
    7 - Another Brick in The Wall Pt.1
    8 - The Happiest Days of Your Lives
    9 - Another Brick in The Wall Pt.2
    10 - Música que eu não recordo
    11 - Wish You Were Here
    12 - Comfortably Numb

    quinta-feira, 11 de outubro de 2007

    A volta da linha de fogo!


    Hoje,11 de outubro,a fireline fez seu 1ª show depois de muito tempo parada.O show foi realizado no centro cultural bnb,com a participação de mais outras três bandas(Quarto 324,Obskure e Siege of Hate) e além dos show ,ainda houve um debate,contando com músicos e empresários(inclusive um dos sócios do hey ho)discutindo sobre a cena metal no Ceará.

    O Harley havia dito que dificilmente iria,e realmente não foi,mas para quando estava saindo da faculdade para ir pro centro cultural,me encontro com o André e ele foi comigo ver o show!Durante o debate deu pra ter uma visão um pouco mais ampla da cena metal cearense,ouvir opiniões de pessoas que trabalham no ramo.Se o Harley estivesse la teria ficado emocionado com uma mulher la citando a constituição de 88,expondo os direitos aos quais deveríamos apelar!hehehe...

    Depois do debate teve inicio show da Fireline,infelizmente com tecladista(sempre o tecladista) deu problema,ele não foi,e por isso a banda não pode tocar muitas musicas próprias.De autoria própria foi tocada apenas The mirror of True.Mas o show tb teve musicas como Crazy Train e Mr.Crowley (do Ozzy),Rock ´n Roll(Led Zeppelin) e Deed Purple (deu branco e não lembro o nome da musica).E também foi o 1ª show com o novo vocalista da banda,eu sinceramente gostei,ainda devera ter alguma evolução eu acho,mas estão indo bem!

    Foi um show bem legal,com alguns problemas na aparelhagem de som e pela falta do tecladista,mas o talento e a boa musica mais uma vez superou problemas.Dia legal...